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Discussão: Sou docinho, Doutora…

  • integralizablog
  • 1 de abr. de 2024
  • 2 min de leitura

Na situação evidenciada no relato “Sou docinho, doutora”, destaca-se dois principais pontos: A relação entre o emocional e o físico somada à negação da doença por parte do paciente. Diante disso, reflete-se o desafio médico de combater ambas as situações utilizando métodos de escuta ativa e de humanização.

No contexto apresentado, a presença na mutilação dos parentes do paciente e as situações de estresse do dia-a-dia são os principais fatores que fazem com que o atendido não só desconte, descontroladamente na comida, todas as suas emoções, como também auxilia em um modelo tradicional de esconder as consequências trazidas por esse descontrole, que, de acordo com o relato, destaca-se a diabetes. Frente a isso, é notório o quão tal doença influencia negativamente nas atividades do paciente, tornando-se obstáculos na realização dos seus objetivos.

Além disso, observa-se uma antecipação profissional quanto ao diagnóstico da doença. Assim como no relato, diversos profissionais na área da saúde acabam criando um falso prognóstico devido aos estereótipos fisiológicos relacionados ao paciente. Ao observar, no prontuário, a idade e o perfil de emagrecimento, Ana cita a possível Diabetes tipo I, mesmo sem conhecer a rotina de vida do atendido. Nesse cenário, a médica refletiu o quão importante é conhecer o histórico do paciente como um todo, além da importância dele estar acompanhado, visto que buscava mascarar a doença como uma normalidade, ressaltando a importância do modelo biopsicossocial para a avaliação dos diversos casos clínicos.

Por fim, cabe a nós, futuros profissionais, refletir e agir. É importante, antes de tudo, buscar ouvir, conhecer e detalhar a rotina e a história do paciente, junto a trabalharmos em conjunto para que doenças possam ser reconhecidas e combatidas também pelo próprio paciente.

E você? Costuma esconder a realidade pra si mesmo?


Atenciosamente,

Equipe Editorial Integraliza.

 
 
 

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